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quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Um tributo aos fãs e um enorme passo nos jogos de ação em terceira pessoa (Rise of theTomb Raider)

Quando Rise of the Tomb Raider foi anunciado, confesso que fiquei receoso. Convenhamos: o intervalo entre o reboot e a sequência foi relativamente curto (pouco mais de dois anos). Sabemos que, tradicionalmente, grandes sucessores demandam mais tempo que isso. Não é fácil aperfeiçoar um produto que já tem grande aceitação no mercado e está consolidado entre fãs de longa data e novatos.Tomb Raider conseguiu isso em 2013.

Após um longo hiato em relação ao último título canônico da franquia, Tomb Raider: Underworld, de 2008, o reboot chegou em 2013 com expectativas moderadas, pois a série andou na corda bamba na primeira metade da década passada. Ainda mais após o fiasco que foi Angel of Darkness, lançado para PS2 e PC (apesar de eu gostar desse jogo).

Com a chegada de Tomb Raider: Legend em 2006, Lara Croft deu seus lampejos e agradou. A sequência direta desse jogo, Underworld, também foi legal, mas já havia perdido o fôlego. A verdade, nua e crua, é que a série não caminhou nos passos de uma indústria que nunca bota o pé no freio e, perante uma versão de cuecas chamada Nathan Drake, além de outros títulos do gênero, correu o risco de cair no esquecimento.

Só que a Crystal Dynamics tem uma equipe redondinha. A desenvolvedora assumiu as rédeas da arqueóloga em 2006, com Legend, e trouxe alguns membros da Core Design, a ex-developer da série. Os dois estúdios pertencem à emblemática Eidos, a qual, por sua vez, hoje é uma subsidiada da Square Enix. Os entusiastas de plantão reconhecem a Eidos de longa data, em qualquer papo nostálgico do boteco gamer.

Foi essa mesma Crystal Dynamics entrosada que trouxe a nós o brilhante reboot de 2013 e, definitivamente, reinventou a franquia. Aclamadíssimo pelos jogadores e pela mídia, o game levantou uma questão básica a quem o terminasse: dá para ser melhor que isso? A resposta parecia estar na ponta da língua da equipe.

Analise sem legenda para americanos, Analise feita por TecMundo que nos autorizou a usar a analise.




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